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Por que os brasileiros não lidam bem com procedimentos de segurança?

Autor: Villarta Elevadores

É sempre a mesma situação: Você vai a um prédio comercial, diz em qual andar vai, com quem deseja falar e a atendente te pede RG, faz uma foto, depois você passa pela catraca, em alguns casos até por detector de metais para depois chegar ao seu destino. Enquanto tudo isso ocorre, uma câmera registra todos os seus passos e as imagens ficam salvas no banco de dados. Burocrático? Sim, porém tais procedimentos de segurança são primordiais para evitar ação de oportunistas e até quadrilhas.

Os sistemas de segurança de condomínios empresariais ou comerciais buscam não só manter a salvo seus bens materiais e preservar o valor das marcas ali existentes, mas também proteger seu bem mais precioso: a vida dos funcionários, clientes e visitantes que lá circulam.

Mas por que tantos procedimentos de segurança? Em um condomínio comercial, além dos equipamentos e as informações valiosas, os alvos de criminosos costumam ser os próprios funcionários, principalmente os grandes executivos.

“Partimos do direto que temos de ir e vir, por isso, muitas vezes nos irritamos com tantos procedimentos de segurança antes de entrar em condomínios residenciais e comerciais. Os projetos de segurança para escritórios e prédios comerciais são extremamente específicos. Como nestes condomínios costumam circular centenas ou até milhares de pessoas diariamente, é necessário garantir a segurança sem que se comprometa o fluxo. Portanto, o foco é voltado em um sistema de proteção baseado no controle de acesso de pessoas”, comenta Marcelo Voltolin, Gerente Regional de Operações do GRUPO GR.

Os sistemas de segurança eletrônicos também são grande aliados nesse tipo de incorporação. O CFTV (circuito fechado de televisão) se faz estratégico, com câmeras posicionadas em locais importantes, como nos acessos às escadas e entradas de elevadores. As imagens registradas pelo CFTV ao serem cruzadas com as informações geradas pelo controle de acesso são imprescindíveis para eficácia do sistema de segurança como um todo. Essas ferramentas são fundamentais para apoiar as atividades dos profissionais de segurança.

Outra tecnologia que está sendo utilizada em empreendimentos comerciais é a biometria de impressão digital. Em alguns casos específicos emprega-se a dupla biometria, com identificação digital e facial ou voz. Ainda assim, toda essa tecnologia é integrada ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) para liberação de entrada.

Ainda segundo o especialista do GRUPO GR, todo o processo de segurança é baseado na prevenção, por isso, algumas dicas são de extrema valia para esses tipos de empreendimentos:

– É importante restringir o número de portas de entrada para o condomínio.

– Todas as entradas devem ter portaria, recepção ou guarita, com catracas, inclusive nas garagens.

– Todos os profissionais tanto de portaria como de recepção precisam ser treinados, ter boa educação e precisam estar atentos a todo tipo de movimentação.

– As recepcionistas ou porteiros devem informar detalhes dos visitantes e acompanhantes, como nome completo e a empresa que representa.

– A liberação do visitante, fornecedor na portaria só poderá ser feita, pelo visitado da empresa.

– Pessoas sem documento de identificação não devem receber permissão de entrada.

– O visitante precisa ser orientado a colocar o crachá de identificação de forma visível.

– Cabe à recepção ou portaria informar com clareza o local onde o visitante ou cliente deve se dirigir.

– Observar se a pessoa se dirige ao local correto/indicado, caso contrário é necessário informar ao segurança para que oriente novamente o visitante.

 

Fonte: Acritica

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